porque gosto que me cantes
e toques em cordasinvisíveisa guitarra marca o passodas palavrasnão se esgota num só gritoa voz do povonas tabernas entre coposcrescem versosnoite fora nas janelasnascem luzese eu recolho a casa só(sem enfado)continuo a gostar de ti
... é o meu fado!
domingo, 30 de março de 2014
fado? porquê?
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quarta-feira, 26 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
IPMA 2014 - "Enquanto as pedras me falam"
terça-feira, 18 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
do tempo do sol e o tempo
Há sempre tempo para o tempode te escutar, meu amigo.Conto os instantes, e agorasinto saudade, hora a hora,do tempo de estar contigo.tempo me dá razão,faz justiça a horas próprias,repõe verdade, sem histórias,com o tempo, tempos vão…Conta-me histórias sem tempo,dá-me sons, versos em linhas,notas de tempos perdidos,chaves, espaços de um solque me inebrie os sentidos.Tu vens, ficas… partes, voltas…está sempre a porta aberta.Deixa passar os minutos,não marques tempo, que importa,nunca serão horas mortas.
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sexta-feira, 14 de março de 2014
da outra memória
quero lembrar e guardar
as viagens que não fizou que nunca fareiantes que aconteçamantes que me esqueçados mapas do teu rostoantes que esqueça antesque a tarde seja tardee quero que recordes muitosoutros poemas e sonhos idose os outros que perdereiantes de ter esquecimentoesta palavra da modado risco ténue e frágil linhaentre vida e desmemória sorrateiraconfundo os nomes que esquecios teus olhos que me olhame o sabor dos beijos e rostosque não beijo nem vejoou o livro que leio se o leioe viro a página únicacomo os títulos os aniversáriosaos quais não saberei maisvirar os dias ou as páginasnota:como escrevi num livro antigo(quando o tempo se diluificam as palavras)“se um dia não puder ver maistu serás a menina dos meus olhos”olhar? distante? de que falávamos?onde íamos nós? talvez...ao teu lado...
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
(...)
votos de paixão e de silêncio
na idade em que tudo é ambição
para outros um futuro e a nós
a eternidade encondida no desejo
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
o tempo e as coisas
"O tempo pôs as coisas no lugar"
Gabriel Garcia Marquez,
Gabriel Garcia Marquez,
In “Cem anos de solidão”
no meu lugar o teu tempo
deixou espaços e coisas
o vazio de outras coisas
que preenchiam o tempo
sombras do que não existe
nos espaços já vazios
as coisas têm o seu tempo
das coisas que já não estão
e tudo teve o seu tempo
para as coisas de outro tempo
vai-se o tempo vão-se as coisas
fica a saudade das coisas
e sem que as coisas voltem
nascem memórias no tempo
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
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