In: "prelúdio na cidade" - Inédito, João S Martinsnem preto quando tocas.os teus dedos e as sombrasdos sons saltamentre o que julgamosver a preto e branco.aí sim estão as coresdo que me dizes mil vezesmil tons e rostos mil coresna sua aparente ausência.porque nada é definitivonas tuas mãos quando tocas.que diferençasentre os botões e as teclasdo piano e as outrasdo corpo do computador?sensibilidade? audição? imaginário?reais as notas ou as anotaçõesa escrita as falasde um e de outro
segunda-feira, 8 de abril de 2013
piano 2
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quinta-feira, 4 de abril de 2013
adoração
talvez só um coração de mãe entenda
plenamente esta adoração por um filho
neste gesto da serenidade contemplativa
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escultura João Martins
terça-feira, 2 de abril de 2013
piano 1
In: "prelúdio na cidade" - Inédito, João S Martinso piano corre entre os dedos
e nele os olhos divisam
o véu ténue que afagam
em delicados gestos únicossoam frases translúcidassuspensas adivinhadas
na voluptuosidade das cortinas.
mistério esta brisa interiorinvisível pensamento decantadosubtil jogo de encantamento
há cascatas de sentimentoscondensados na pele.a água corre em sintoniadeixando vogar o tilitar
dos sons em crescendo:múltiplo compasso binário prolongado
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sábado, 30 de março de 2013
Ferry Street Rua da Palavra
quarta-feira, 27 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
depois de uma leitura
"broken
english"
ou a
polifonia de
sonhos intactos
pode
ser partida a minha fala
mantenho
os sonhos intactos
(sempre
ou quase exceptuando
breves
momentos de dúvida e dores).
se
bem que os sonhos podem ser
sonhados
em qualquer linguagem
torna-se
mais fácil sonhar
nas
palavras que aprendi
com
o leite e com os sonhos maternos
são
tão universais como o coração
com
o devido respeito pelas singularidades
deste
e daqueles
quando
escutamos nas ruas o linguarejar
e
os adivinhamos nos rostos dos passantes
aí nessa
rua de todos e de todos os sonhos
nessa
rua que é casa também.
em
casa sonhávamos e falávamos em polifonia:
na
minha linguagem de berço ensinava os filhos
daí
dependiam os laços com o longe e o tempo
e
na linguagem deles eu aprendia as novas cores
dos
sonhos. e de palavra em palavra de sonho
em
sonho e nos verbos do coração
em
vez de laços quebrados
tínhamos
braços ligados
desde
o tempo
em
que os sentimentos nos ficaram
das
raízes doutros tempos
e
os sonhos ligaram as raízes aos frutos.
sexta-feira, 22 de março de 2013
DIA MUNDIAL DA POESIA
ler
quero
ler
ler
as páginas
as páginas
de uma rua
a rua
que eu quero
ler
a ferry street
ferry street
palavra que gosto
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terça-feira, 19 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
ler a ferry street
querolerleras páginaspáginasde uma ruaruaque eu queroler a ferry street
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